quarta-feira, 17 de maio de 2017




      Os desequilíbrios gerados por nós mesmos, nos trazem grandes malefícios, vítimas de nossos próprios pensamentos que nos conduzem ao costumeiro erro.
       Júbilo de glória ao orgulho, se faz cegar, o irmão que teima em delirar em devaneios e exaltação aos feitos terrenos de sucesso aparente.
      Paradigma das más palavras da inveja e perjúrio dos que foram agraciados pela riqueza terrena para passar suas pesadas penas.
      Auto piedade e autoflagelamento, através das depressões psíquicas, que se faz sucumbir em dores inexistentes criadas para a acomodação e a não aceitação das provas.
      Sim, as dores e limitações físicas da saúde vem como provações, mas não de todo. A maior parte somos nós mesmos quem criamos e desenvolvemos. Células doentias desencadeiam e se multiplicam, outras secam e morrem, em um desequilíbrio que leva o desencadear das doenças.
      As virais, as bacterianas, tomam acesso também através dos nossos pontos fracos, brechas que damos ao desequilíbrio.
      Fiquemos alerta, não briguemos, sejamos pacíficos que seremos os mais beneficiados no fim das contas entre prejuízos e vantagens. Vigiemos e condenemos, nosso olhar, nosso pensar, sejamos mais críticos de nós mesmos.
      Aproveite as bênçãos das orações, revigoram e amenizam.


                                                                                                                             Um amigo protetor

quinta-feira, 27 de abril de 2017

      Divórcio, escolha  dos homens, leis dos fracassados, da discórdia, de desalinho. Não foi esta a proposta, a dos desistentes das expiações diante de nós, aceita.
      Cada um recebe o seu fardo que nunca é mais pesado do que se pode carregar, os sentidos se entorpecem de um perverso amor de pele, de atração que unem, não só corpos. Unem-se almas que têm vários motivos para se encontrarem e vivenciarem experiências necessárias ao crescimento e aceitação espiritual.
      Não desistam de suas expiações, só porque os homens arranjaram um meio de regularizarem, tornando a separação aceitável diante dos olhos de suas criadas leis pagãs. Estas não são as leis de Deus, mas lembre-se sempre dos compromissos assumidos diante do Pai e de suas antigas necessidades relacionadas ao perdoar e ser perdoado.
      Se está unido numa célula, tem algo a ser cumprido, nada é por acaso e apesar de buscarmos sempre a felicidade, não se baseie naquela que se fica aparente, pois que não corresponde        a verdadeira.
      A felicidade tem ponto de vista e nem sempre estamos olhando do melhor ângulo. Aprofundar na consciência dos propósitos, sempre se questionando do que Deus quer de mim? O que Ele pretende me mostrar com isso? São questionamentos simples que podemos fazer para reflexão.


APROVEITE A VIDA EM FAMÍLIA

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

      
                     Divórcio
Divórcio, as leis dos homens ainda estão em vasto desalinho com os propósitos de Deus. O livre arbítrio existe, mas não era para ser legitimado pelas autoridades como verdade suprema e alívio dos que pensam em utilizar este método.
      Primeiro, que se entenda melhor quais são os objetivos da formação de um lar.... Que nunca se baseie nos laços da paixão carnal, pois que, estas se vão com o tempo. Que nunca se baseie nos interesses financeiros da acomodação e do bem-estar material, pois que estes também podem se ir com facilidade.
      Podemos, pois, nos iludir, mas deixemos a madureza dos sentimentos chegarem para que com o despertamento, utilizemos as melhores das nossas intenções e de certo que na promessa de sempre pensar no próximo antes de pensar nas nossas benfeitorias.
      Acertaremos, um dia, na certeza que desenhamos e plasmamos sempre, baseados em nossas experiências passadas, atos melhores de amor ao próximo.


Seja benvindo ao esclarecimento

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

                                                 Desvendando Paradigmas Série

        Na fachada alta de um prédio, volitando para chegarmos lá, ficamos à espreita. Não nos envolvemos com o cotidiano dos passantes e transeuntes, somente aguardamos pacientemente a hora certa em que nos chamam e convidam para entrar naquele ambiente grandioso em que não fazemos parte, mas que por compaixão nos convidam a entrar.
      Não temos paradeiro, somos meio errantes e ainda vivemos em penumbra da Terra, parece que ninguém nos quer, não somos tão maus, para nos juntarmos a perversos e zombeteiros e nem tão esclarecidos que nos puxem para outros mundos. Então aqui ficamos, à espera da caridade desta turma maravilhosa da Casa do Bem que fica logo ali embaixo. Aguardamos ansiosos pelas lições que nos são dadas, pela água límpida que nos alimenta e conforta, pela luz que eles irradiam e que nos faz tão bem.
      Um dia poderemos seguir nossas vidas, por enquanto aguardamos, mas já com um sentido e um caminho, pois já temos consciência dos fatos. Onde erramos e que lições tomamos, um dia em breve, poderemos também encontrar os nossos que ainda nos estimam. Acredito que tenha sido através deles que chegamos até aqui.
      Um dia seremos merecedores de lhes encontrar.
      A vista daqui é linda, vemos o céu brilhar refletindo nas nuvens o reflexo da lua. As luzes artificiais da cidade clareiam muito, ofuscando o verdadeiro e natural resplandecer da noite.
      Se não fosse a humilde caridade de nos aceitarem, jamais seriamos salvos e resgatados.
      Benditas Palavras onde Jesus explica que sem a Verdadeira caridade não há salvação.

Um grupo em aflição





Andrea Pordeus 

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Espaços Comunitários

                                                 Objetos pessoais em ambientes coletivos
   

    Dividir um espaço, uma gaveta, um objeto com outra pessoa no ambiente de trabalho ou até mesmo em casa é muito difícil. Requer paciência, acordos e bom senso. Imagine um compartimento que tem que ser compartilhado com muitas pessoas. Uma geladeira no trabalho ou um armário...
    Regras de boa convivência devem ser seguidas, as "incríveis regrinhas" que servem para nos auxiliar e padronizar atitudes e costumes.
    Não somente em relação a higiene, mas também ao respeito que se deve ter para com os pertences alheios, não invadindo a privacidade.
    Num ambiente de trabalho, necessitamos de deixar exposto nossos objetos pessoais, encima de mesas, dentro de geladeiras, em gavetas compartilhadas e armários coletivos.
    A convivência em grupos de trabalho é muito afetada pela falta de consideração entre as pessoas, levando ao desgaste das relações.
    O individualismo neste aspecto, deve ser preservado, os limites de espaço devem ser respeitado e se sabemos que se um objeto não é necessário para um, mas pode ser de suma importância para outros.
    A análise deve ser feita sob o seguinte ponto de vista: Se algo não me pertence, não deve ser descartado ou utilizado sem permissão e quando permitido, devolvido como forma de estabelecimento de confiança.
    Nossa empresa deve ser como nossa casa, presar o respeito entre as pessoas como base na conquista da confiança. E ter liberdade de manter seus objetos em lugares coletivos é uma demonstração de confiabilidade.
    Quando coloca-se um objeto exposto e desaparece sem deixar vestígio, aborrece a quem pertence e tornam-se pessoas resistentes e desconfiadas.
    Preserve as relações respeitando os limites de todos os colaboradores como se fossem seus próprios irmãos.
                                 
                                                                                                Andrea Pordeus
 
   

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

                           As Cidades Autossustentáveis

        Já ouvi falar em muitas cidades fantasmas ao longo da minha humilde existência. Tipo, cidades do Far West, do Brasil colonial, até a Serra Pelada. As pessoas movidas pela ganância dos tempos da exploração do ouro e da posse das terras, migravam para estas novas áreas e achavam que ali estavam toda a esperança de um mundo melhor e cheio de riquezas materiais. Mas, tudo foi conquistado com muita dor e sacrifícios humanos. Cada família que chegava, gerava mais impulso na economia e de pouco a pouco as cidades foram se formando ao longo dos corredores do ouro. Rotas que movimentaram milhões de pessoas, cruzando e passando por cima das civilizações indígenas, destroçando suas aldeias e dizimando sua gente e sua cultura.
       Com esta ocupação , as pessoas se concentravam entorno das reservas de água que proviam o abastecimento da cidade e dali partiam para a caça ao ouro, principal metal para acumulo e movimentação de capitais.
       Mas este metal, sendo uma fonte esgotável, tendia a terminar um dia, e ninguém se programava para isto, era só esperar para o êxodo em massa.
       Os lugares que tinham outras tipos de atividades que sustentassem a economia local, conseguiam sobreviver. Diversificaram suas atividades e não afetando completamente a vida da cidade e mantinha o sustento do lugar.
       Já os locais que sobreviviam simples e exclusivamente de um só seguimento da economia, entravam em falência e ruíam na decadência. Levando, pouco a pouco, a sua população a procurar outros lugares que poderiam absorver a grande demanda excedente de mão de obra.
       Mesmo hoje em dia, isto continua acontecendo, as cidades que são movidas por um setor da economia, estão fadadas ao destino de, se por algum motivo entrarem em colapso ou decadência, se tornarem vazias de empresas e de pessoas.
       O que mantem a "saúde" e a autonomia de uma cidade é o seu poder de se manter, superando todas as crises: hídrica,imobiliária, política, financeira, etc... Quando um setor econômico está em declínio os outros setores da economia tendem a absorver a demanda de mão de obra, sem que sinta muito a consequência do setor que foi afetado.
      Esta é a chave para a perpetuação e o sucesso que um governo tem que priorizar. Manter todos os setores da economia em atividade, dar incentivo aos setores deficientes. Manter abundância de todas as necessidades básicas, pois a escassez leva a alta de preços e a inviabilização de do fácil acesso.
       A minha preocupação atual é Macaé, cidade que já passou por muitas dificuldades no passado, mas que hoje em dia mantem um equilíbrio e estabilidade, talvez aparente, pois as pessoas que entram e saem, ou as vezes que, chegam e ficam, mas não percebem a gravidade do problema econômico. São movidas pelo impulso da esperança de um emprego num setor em ascensão.
      Agora, dizer até quando isto vai durar e se manter em harmonia, ninguém sabe ao certo. Estamos a mercê da especulação das grandes companhias e da grande estatal que dita as regras. É justamente aí que está a deficiência, pois uma região inteira não poderia estar dependendo de um único setor da economia.
       Enquanto o governo local, não der incentivo para os outros setores e outros tipos de indústria, o tri pé da autossustentação das cidades ( pois incluindo também as cidades vizinhas, que decaem como num efeito dominó, a começar pela maior) estará sempre dependendo das fontes esgotáveis de recursos e matérias primas, de assinatura de grandes contratos, financiamentos e investimentos federais e estrangeiros.
                                                    Andrea Pordeus                                                                                                                                                                                                                                            (escrito em 04/07/2014)

terça-feira, 20 de setembro de 2016

                                                  "O Desafio da Possibilidade"

       Ah! Benedito Ruy Barbosa, você realmente é médium, quando escreveu toda a trama para a novela e para o ator principal, Domingos Montagner, sem perceber estava recebendo intuitivamente o que já estava escrito nas estrelas, infelizmente só temos a confirmação das premonições quando o fato registrado realmente acontece e mesmo assim é difícil de um incrédulo aceitar de primeira.
      Uma pessoa que tem esta condição, vai percebendo primeiro através das coincidências de pequenos fatos e eventos que pensou, as vezes nem chegou a verbalizar a ninguém, mas vem a acontecer realmente. Muitas vezes, não tem nem noção se seus pensamentos, intuição e criatividade para escrever sobre certos assuntos ou histórias vem simplesmente da sua desenvoltura ou se vem da espiritualidade que utilizando a oportunidade de suas histórias, prova mais uma vez que não estamos sozinhos, da comunicabilidade dos espíritos e que nossos destinos já estão pre estabelecidos desde que nascemos.

                                                                                                              Andrea Pordeus